A borboleta
Pela verde couve
passeia a lagartinha
vai devagar, vai caladinha.
Parece que nada vê, nada ouve,
mas devagar, devagarinho
a lagarta de mansinho
fez daquela caminhada,
uma hora de magia
e num certo dia
já sem se mostrar cansada,
ganhou asas de tantas cores,
pela terra voou,
muitas vezes pousou
no néctar das flores...
Foram poucos os dias,
aqueles que viveu
mas foram grandes as alegrias,
todas as que pôde ter,
porque ao viver alegremente
deixou uma lagartinha contente
e outra borboleta nascer!
Fernanda R. Mesquita
Fernanda R. Mesquita

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